Posts de Janeiro, 2009

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A roleta: Oscar 2009

Janeiro 30, 2009

É isso aí. A lista de indicados saiu no último dia 22. Eu, como todo cinéfilo que se preze, adoro fazer uma listinha dos possíveis ganhadores. Infelizmente, os lançamentos estão chegando de jegue na capital baiana, e para os amantes da sétima arte, fica difícil acompanhar os indicados, as campanhas e entender o desempenho das bilheterias. Dessa vez, falar do Oscar será tarefa ainda mais ingrata, pq ainda não vi grande parte dos filmes, então aqui são apenas palpites.

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* Em meio a tantas firulas, e apesar da babação em cima do filme, não acredito na vitória de Brad Pitt por “O Curioso caso de Benjamin Button”, embora acredite no potencial do filme ganhar a estatueta de melhor do ano, e no mesmo ritmo, David Fincher deve brilhar pela Direção.

* Apesar de simpatizar com o Mickey Rourke em “O Lutador” e gostar da imutável atitude de bad boy, sua indicação não é párea para Sean Penn, em “Milk – A voz da igualdade”. Vi apenas algumas cenas de Penn e sua atuação é realmente digna de aplausos. Me ocorreu que “Frost/Nixon” pode ganhar nesta categoria com Frank Langella, um ator fenomenal e esquecido do grande público. É incrível como a Academia não gosta de DiCaprio! Como Coadjuvante meu voto é todo de Philip Seymour Hoffman (Doubt).

*Na categoria Melhor Atriz não aposto nem em Anne Hathaway e muito menos em Angelina Jolie. Merly Streep não parece uma escolha óbvia da Academia, então fico com Kate Winslet e seu “The Reader”. Já como Coadjuvante minha simpatia é toda para Taraji P. Henson, por “O curioso caso…” onde ela brilha, brilha e brilha.

* Entrando nas categorias mais técnicas, Roteiro Original deve ficar com “Na Mira do Chefe”, por Martin McDonagh, mas a grande aposta parece ser “WALL-E”, por Andrew Stanton, Jim Reardon e Pete Docter. Já o adaptado deve ficar para “O curioso caso…” Para filme estrangeiro, “Valsa com Bashir” de de Ari Folman é o favorito, mas surpresas podem acontecer.

* Melhor Animação? “WALL-E”. Melhor Fotografia? “O Curioso caso… “ Melhor Edição? Ah… Essa é sempre difícil, mas eu aposto 5 paus na pata do cavalo que “Batman – Cavaleiro das Trevas” leva essa! Direção de Arte? Vou torcer para “A Duquesa”, um trabalho belíssimo. Figurino? Crédito para “Austrália”. Maquiagem? “O curioso caso…. “Essa é barbada! Em efeitos visuais eu vou de “Homem de Ferro”. Edição de som: Humm… “O Procurado” pode até não ganhar, mas tem chances, com certeza!

É isso. As dados foram lançados, a roleta está girando. Apesar do favoritismo, o filme de David Fincher não deve abocanhar todas as estatuetas. Ele tem um quê de modernidade que os velhotes acadêmicos não gostam. As 13 indicações são louváveis, mas não serão unanimes. Outro que não deve levar muita coisa, mesmo com 10 indicações é “Quem quer ser um milionário?”, de Danny Boyle. Mas nada é definitivo, afinal é uma premiação, onde muitas vezes o que conta é lobby ou o gosto pessoal de quem vota, em detrimento à qualidade e talento. Mesmo assim, sou uma otimista e sempre acredito em reviravoltas. E você?

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O conto do extraordinário: O estranho caso de Benjamin Button

Janeiro 22, 2009

“O Curioso Caso de Benjamin Button” (The Curious Case of Benjamin Button) não empolga pelo título. A sinopse nos deixa… curiosos. Uma criança velha? Um adulto jovem? Que história ao contrário é essa? A curiosidade, que correu à margem do estranho personagem do título, é a mesma que nos leva às poltronas do cinema, indo ao encontro de um conto extraordinário, já que o filme é fantasia, utopia, poesia, homenagem, delírio enfim!

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Este filme, em especial, não é para ser analisado, e sim, sentido e identificado com sutileza. O drama de David Fincher (Zodíaco, Alien 3, O Quarto do Pânico) é de uma beleza e simplicidade ímpar. O Curioso Caso de Benjamin Button, baseado no romance de F. Scott Fitzgerald , intriga por apresentar um personagem que segue o caminho oposto da natureza. Ele nasce velho e morre jovem, mas seu espírito… Ah… As quase 3h de duração (159 min) levam o público a acompanhar a jornada de um homem simples, com uma vida simples, mas dono de uma história fantástica.

A fantasia plástica retratada por Fincher, relembra célebres frases dos personagens de Oscar Wilde em sua obra mais conhecida, “O retrato de Dorian Gray”, em que o personagem-título envelhece, mas continua com um aspecto jovem, porém, com a alma rendida ao mal. Já Benjamim, transforma-se com sua “doença” e mantém alma pura e curiosa. Brad Pitt, ator que o interpreta, tem um quê de “Dorian” e a audácia de Benjamim, talvez por isso, o papel tenha lhe caído como uma luva.

Pitt não é a razão de ser do filme, mas a sua alma. Sua interpretação esbanja paixão e amadurecimento, polidos desde 1987. Através do seu personagem, nos deparamos com episódios e assuntos presentes no nosso cotidiano e que são expostos de forma muito densa: o amor em todas as suas formas, as descobertas da juventude, a maturidade, os dilemas sociais, o preconceito, o egoíso, a indiferença, a bondade, a morte, a vida e mais um monte de sentimentos e situações que, se não vivemos, ainda viveremos ou já vimos de alguma forma.

O roteiro de Eric Roth (Ali, O Informante, Forrest Gump) é primoroso em todos os aspectos, pois dá espaço a todos os personagens essenciais à trama, assim como a fotografia do chileno Claudio Miranda, que trabalhou com Fincher em “Vidas em Jogo”, “Clube da Luta” e “Zodíaco”, que privilegia muito a luz natural, apesar dos retoques, que sabemos existir em películas como essa. Outro ponto positivo foi a produção de Frank Marshall e Kathleen Kennedy (conhecidos do público pelo trabalho em Indiana Jones e pela parceria com Spielberg). No elenco, chamou-me a atenção a atuação de Taraji P. Henson (Ritmo de um sonho, A última cartada) e sua Queenie, a mãe postiça de Benjamin, e Tilda Swinton (Constantine, Queime depois de ler, Conduta de Risco) com sua forte Elizabeth Abbott. Falar de Cate Blancet é desnecessário, porém aqui ela não se destaca o suficiente, ou talvez o personagem não lhe faça justiça.

Assim como Scorcesse e Di Caprio, Ridley Scott e Russell Crowe, Johnny Depp e Tim Burton, Brad Pitt e David Fincher formam uma das duplas de ator/diretor mais aclamada dos últimos anos. É de Fincher toda a glória por tornar Pitt um astro reconhecido por seu talento, e não pela carinha de galã, em filmes como “Clube da Luta” e “Seven”. Em “O Curioso Caso de Benjamin Button”, fica claro o carisma, o dom e o senso de oportunidade de um ator que soube fazer boas escolhas durante a carreira; e a sensibilidade de um diretor capaz de extrair o melhor das pessoas com quem trabalha, inclusive das carinhas bonitas. Clap, clap, clap!

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Expectativas

Janeiro 18, 2009

Foi apenas um sonho (Revolutionary Road) estréia no próximo dia 30 de janeiro. No elenco, Kate Winslet e Leonardo DiCaprio. Ela, cinco vezes indicada ao Oscar (Pecados íntimos, Brilho eterno de uma mente sem lembranças, Íris, Titanic e Razão e sensibilidade) e vencedora de dois prêmios Globo de Ouro em 2009 (por The Reader e Revolutionary Road). Ele, três vezes indicado ao mesmo prêmio (O Aviador, Diamante de Sangue e Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador). Na direção Sam Mendes, vencedor do Oscar de Melhor Diretor por Beleza Americana.

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Frank e April sempre se consideraram especiais, diferentes, prontos e dispostos a levar uma vida baseada em altos ideais. Assim, quando se mudam para o novo lar na Revolutionary Road, eles orgulhosamente declaram sua independência da inércia do subúrbio que os envolve e prometem jamais ficarem presos aos limites sociais de sua época. Mas mesmo com todo o seu charme, beleza e irreverência, os Wheeler se veem tornar exatamente o que não esperavam: um bom homem preso num trabalho de rotina e uma insatisfeita dona-de-casa sedenta por realização e paixão – uma família americana com sonhos perdidos, como outra qualquer. Determinados a mudar o destino, April arma um ousado plano para recomeçar: deixar o conforto de Connecticut para trás e ir para Paris. Porém, quando o plano é colocado em prática, eles são levados a seus extremos – um para fugir, seja qual for o preço, o outro para salvar tudo o que eles têm.

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Amy Winehouse atriz? Medo!

Janeiro 18, 2009

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Amy Winehouse (a aparentemente ex-viciada bem-sucedida do momento) está sendo cotada para viver uma professora de música no cinema, informa o site do jornal The Sun. De acordo com uma pessoa ligada ao filme, a personagem “permitiria que Amy usasse suas habilidades musicais”.

Mas, para que a cantora assegure o papel e faça sua estréia nas telonas, ela precisa se afastar de vez das drogas. Isso realmente seria legal, pq ninguém pode negar que a criatura canta pra cara… Se até Madonna (que não chega perto do potencial vocal de Amy consegue ponta em filme, pq não a Diva Louca? Se aceitar o trabalho, a cantora terá aula com um professor de interpretação.

Ainda de acordo com a pessoa ligada ao filme, o ator Jonathan Rhys Meyers (fabuloso) pode protagonizar o longa ao lado de Amy. O que eu acho disso? Nem sei o que achar… Mas fico assustada!

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O Dia em que a Terra parou. Blagh!

Janeiro 15, 2009

“O dia em que a Terra parou” não foi o meu primeiro filme de 2009 e nao será o último, mas com certeza, está fadado a ser um dos piores do ano. O diretor Scott Derrickson até que tinha uma idéia interessante em mãos, mas não soube fazer nada além do óbvio.

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Não assisti ao longa original homônimo de Robert Wise (A Noviça Rebelde), feito em 1951, não li nada a respeito na imprensa, mas confesso, abobadamente, que o trailer me deixou com vontade de que quero mais. E foi justamente essa vontade que me fez ir ao cinema ver essa “pérola” de refilmagem. Em “O Dia em que a Terra Parou” (The Day the Earth Stood Still), Scott Derrickson, que veio de coisas como “O Exorcismo de Emily Rose” e “Hellraiser: Inferno, 2000″, não acresenta nada ao contar a história de Klaatu (Keanu Reeves), um alienígena que vem à Terra para Salvar o planeta dos humanos, alertando para os problemas do meio ambiente.

Um orçamento de US$ 80 milhões e um elenco não foram suficinetes para evitar um filmeco de quinta catergoria, que poderia ser feito por qualquer colegial de posse cheio de energia e uma boa câmera. Keanu Reeves (Constantine, Matrix), Jennifer Connelly (Pecados Íntimos) e Jaden Smith (À Procura da Felicidade), kathy Bates (Louca Obsessão) completam o elenco principal do filme, mas não fazem nada relevante. Enquato Reeves é nulo em expressões facias, Connelly mantêm os olhinhos assustados e a boca entreaberta durante toda a projeção.

Tal qual deixa entrever o título do filme, o mesmo é uma catástrofe. O terror causado pela chegada alienígena na vida dos americanos, a postura cética e desconfiada do governo – no papel de Kathy Bates (como Secretária de Defesa) -, a exposição da mídia, o pavor, o histerismo da religião, o drama familiar entre os personagens da Dra. Helen Benson (Jennifer Connelly) e o enteado Jacob (Jaden Smith), aliado à tensão e ao suspense, até que dão um sopro de vida á história, mas não é suficiente para sustentar um roteiro que fala, fala, mas não diz nada, apesar de ter um objetivo claro.

Confesso que algumas partes me lembraram MIB – Homens de Preto (a conversa entre alienígenas) e Fim dos Tempos (o fato de as pessoas não terem explicações, o pânico generalizado e aquela agressão a um policial). Quanto aos efeitos especiais, palmas para a eqipe, pricipalmente à edição. Num tom popularesco, talvez o que falte mesmo a “O dia em que a terra parou” seja mesmo um pouco de sal. Então, prefiro o biscoito original mesmo.

A 20th Century Fox é um dos estúdios mais lucrativos em Hollywood, responsável por dezenas de sucessos cinematográficos como “Butch Cassidy”, “Edward Mãos de Tesoura” e “Independency Day”, só para citar alguns. Para falar dos tempos atuais, desde dezembro o estúdio fatura horores com “Marley & Me”, mas não parece que será este o caminho de “O dia em que a Terra parou” (The Day the Earth Stood Still, 2008). O filme estrelado por Keanu Reeves não ganhou a empatia da crítica e nem do público, mas mesmo assim ganha pontos com aqueles que não ligam para uma ficção científica descartável.

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Gia – Fama e Destruição

Janeiro 11, 2009

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Gia Marie Carangi trabalhou com Armani, Bloomingdales, Diane Von Furstenberg, Dior Boutique, Lancetti, Levi’s, Maybelline, Sasson, Versace, Yves Saint Laurent. Chegou a ganhar 10 mil dólares por dia, e 750 mil dólares em uma estação. Foi a modelo mais bem paga do mundo durante 3 anos, e era freqüentadora de carteirinha da famosa boate Studio 54. Natural da Filadélfia, Gia saiu da obscuridade para o mundo glamouroso da moda em uma velocidade alucinante, forma pela qual também levou sua vida até os seus 26 anos, quando morreu vítima da AIDS, em 1986.

É toda essa orgia vital que o diretor Michael Cristofer mostra em Gia – Fama e Destruição (1998), feito pela HBO, em formato de documentário. Intercalando o filme com depoimentos de amigos e conhecidos que trabalharam com a top model, Cristofer conseguiu fazer um trabalho que prima pelo bom senso e pela estética. As cenas de desfiles e das sessões de fotos, as discussões e momentos de amor entre a modelo e sua grande paixão, a maquiadora Linda (Elizabeth Mitchell em uma atuação incrível), mostram um olho muito sensível. Os escândalos, o uso das drogas, as relações familiares e o mundo fashion e seus preconceitos são mostrados não apenas pelo olhar da protagonista, mas principalmente por outros olhos, e isso confere ao filme, muitas vezes, certa excessividade, porém, não perde o lado crível.

Angelina Jolie faz uma Gia irretocável. Apesar de não ser simpática à atriz, tenho que reconhecer suas qualidades dramáticas aqui. Ela fez um grande trabalho e mereceu seu Globo de Ouro de Melhor Atriz e sua indicação ao Prêmio Emmy. Histórias sobre personalidades drogadas, loucas e com deficiências de toda sorte (tais como Forrest Gump, Rain Man, Garota Interrompida, Na Natureza Selvagem) sempre levam prêmios e reconhecimento da criticai, ou no mínimo, chama à atenção. Bingo!

Assim como Gia, linda e louca, Jolie também o é. Ou pelo menos esse foi o estigma que perseguiu a atriz, por anos, e que agora, em menor grau, ainda continua. De personalidade forte, Angelina conseguiu dinheiro, fama, respeito da crítica de público e a ambição dos estúdios a partir deste trabalho. Palmas para ela, porque soube, com muita clareza, trilhar uma história de sucesso pessoal, sendo uma das personalidades mais bem pagas do showbiz, diferente da personagem que interpretou de forma soberba aqui.

Sua Gia é sensível, instável, frágil e insegura, que alterna momentos de intenso amor pela vida, pelas pessoas. A sua carência emocional, surgida na infância, a leva ao consumo das drogas, principalmente da heroína, levando-a a um comportamento intolerável e a fim de carreira decadente e cruel.

Lançado em 1998, Gia rendeu também a Faye Dunaway um Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante, ganhou o Emmy de Melhor Edição, além de ter sido indicado em outras 5 categorias: Melhor Atriz em Minissérie ou Filme (Angelina Jolie), Melhor Elenco, Melhor Figurino, Melhor Produção de Filme para TV e Melhor Roteiro para Minissérie ou Filme. Foi ainda indicado na categoria de Melhor Minissérie ou Filme para TV no Globo de Ouro.

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What the hell…

Janeiro 11, 2009

Que ele queria largar a vida de ator -cada vez mais promissora, diga-se de passagem) – para se tornar um músico, todo mundo sabia. Mas que ele viria se tornar uma espécie de mendigo bicho-grilo louco e sem-noção… Tem uma grande diferença!

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Por que, de tempos em tempos, bons artistas morrem, ficam doidões, desistem da carreira, viram imbecis? Tomara de Joaquim Phoenix volte à razão. Tomara… Pq eu tenho saudades de coisas como Traídos pelo Desejo, Gladiador, Johnny & June, Hotel Huanda e Os Donos da Noite.

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Doidinha pra ver

Janeiro 8, 2009

ADRENALINA 2: ALTA VOLTAGEM: No filme, Chev Chelios(Jason Statham) encara um mafioso que roubou seu coração e colocou no lugar uma máquina movida a bateria. Caso não receba descargas constantes de eletricidade, ele morre. Se o primeiro já foi uma bobagem…

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Madagascar2 & Se eu fosse você2

Janeiro 6, 2009

Em um domingo, sem absolutamente nada pra fazer, resolvi gastar um pouco do meu tempo vendo duas das coisas que eu não queria ver de jeito nenhum: Madagascar2: A Grande Escapada e Se eu fosse você2. Coincidentemene duas continuações de rande público. E quer saber? Valeu a pena!

madagascar

Madagascar 2: A grande escapada acaba de estrear nos cinemas brazucas . Eu não vi o primeiro e apesar de não ter caído de um avião, como os perdonagens do filme, cai meio de pára-quedas no cinema. A animação da Dreamworks se aproveita de personagens carismáticos e das vozes de atores como Ben Stiller, Chris Rock, David Schwimmer e Jada Pinkett Smith para contar as aventuras de Alex, Marty, Melman, Gloria, Rei Julien, Maurice, os pingüins, chimpanzés e mais sum montão de bichos louquissimos e bacanérrimos. Esquecidos e perdidos em Madagascar a trupe decide arriscar uma viagem de volta a NY, mas acaba aterrisando é na África, onde Alex reencontra seus pais e prova seu valor e coragem ao ajudar seus novos amigos.

Madagascar 2 é um filme delicioso, espiriuoso e uma grande homenagem ao amor e à amizade. Não é um filme para procurar pecados, embora eles existam aos montes, mas sim, é um filme pra curtir. E vale muito a pena.

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Eu nao gosto de Daniel Filho. Acho que ele é um diretor mediano e sem um pingo de sensibilidade , coisa que ele prova aos montes em Se eu fosse você 2. A historia tem potencial, ele tem em suas mãos dois grandes atores como proagonistas e de quebra o maravilhoso chico anisio, mas mesmo assim nao consegue fazer mais do que um doce azedo. Se o filme merece aplausos, eles cabem a Tony Ramos, Gloria Pires e Cassio Gabus Mendes. Esses três seguram todas as pontas da fita e batem um bolão, literalmente.

Se eu fosse você 2 é mais um daqueles filmecos brasileiros para não se prestar muito a atenção; apenas rir e sair do cinema mais aliviado do estresse cotidiano. Bem, pelo menos comigo foi assim. Diversão barata, mas barata mesmo!