Posts de Dezembro, 2008

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Marley & Eu

Dezembro 30, 2008

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Nunca fui fã de filmes com bichos. De Ace Ventura a macaquinhos saltitantes, os únicos animais que ainda tolero são o Jerry Lee de K-9, Um policial bom pra cachorro (com James Belushi, 1989) e o golfinho, acho que Flip, de um seriado de TV. Nem do Scooby Doo eu gosto, então foi com desconfiança que acompanhei, de longe, o crescimento de “Marley & Eu”. Não li o livro, nenhuma crítica e apenas assisti ao trailler, o que foi suficiente para criar certa simpatia pela história.

Confesso que tenho que me render ao filme, que não é uma história sobre um cachorro, mas sim, do olhar de seus donos para ele através dos anos, de como avaliam sua presença na família e do sentido que ele dá aos momentos alegres e tristes que viveram, ou seja, uma história de amor, uma homenagem. Marley é um labrador cheio de energia, destruidor de casas em potencial, trapalhão, incontrolável e exagerado em tudo, inclusive no carinho que dispensa aos recém-casados Jenny e John Grogan e depois aos seus três filhos, em quase 10 anos de convívio.

Baseado no best seller homônimo e real, o filme ganhou vida pelas mãos do roteirista Scott Frank, que também já colocou suas mãos em “Vôo da Fênix”, “Minority Report – A Nova Lei”, “Irresistível Paixão” e “O Nome do Jogo”. O diretor David Frankel (Diabo Veste Prada, 2006), em seu segundo longa, soube conduzir muito bem uma trama baseada em forte apelo emocional. Jennifer Aniston (Friends, Dizem por Aí, A Razão do meu Afeto, Separados pelo Casamento) e Owen Wilson (Starky e Hutch, Penetras bons de bico) funcionam bem juntos e estabeleceram uma química incrível com o cachorro. Ponto pra eles, uma ótima escolha dos produtores. Ótima a presença especialíssima de Alan Arkin (Arie Kleim) como editor-chefe de Grogan.

Contada pelo próprio autor/protagonista, a história é cheia de momentos cotidianos onde Marley é a atração principal, e quando não o é, margeia cenas e situações tragicômicas, inesquecíveis para o casal. Acho que a direção e a edição trabalharam muitíssimo bem a questão temporal, alo que pode salvar ou acabar com um filme, assim como a fotografia, que privilegia os tons mais claros, tanto nos cenários externos quanto de estúdio, há ainda a ajuda do figurino, que transporta muito dessa idéia de luz, do limpo, celebrado muito pelas locações na praia, tendo como cenário uma ensolarada Califórnia.

Definitivamente “Marley & Eu” é um filme alegre, sincero e romântico, até para pessoas como eu, que detestam cachorros e similares. Impossível não se emocionar com a história, ainda mais sabendo-a real. Não dá pra segurar o choro com as cenas finais, onde o diretor usa de um golpe baixo muito conhecido (usar crianças em cenas emotivas) para fazer até o mais duro coração de pedra verter lágrimas initerruptas. E é isso mesmo! Feito para rir, emocionar e homenagear, “Marley & Eu” é uma das melhores adaptações literárias de 2008. Simpática e imperdível!

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Sete Vidas

Dezembro 29, 2008

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Um acidente de carro com vítimas fatais muda drasticamente a vida de um homem. Consumido pela culpa, ele embarca em uma jornada de auto-punição e altruísmo, mudando o futuro de pessoas desconhecidas, realizando sonhos mais que especiais e dando-lhes a esperança, que ele mesmo, já não tem.

Esse é o mote do drama Sete Vidas (Seven Pounds, 2008), que após fazer uma bela carreira os EUA, estréia nos cinemas brasileiros com um belo saldo. O filme conseguiu um honroso segundo lugar nas bilheterias americanas graças ao carisma e à popularidade de Will Smith. Porém, não apenas o ator principal chama a atenção no longa do diretor italiano Gabriele Muccino (O Último Beijo, À Procura da Felicidade), a começar pela semelhança com películas como Crash (2006), Babel (2007) e 21 Gramas (2004), onde predominam histórias paralelas, fotografias carregadas de simbolismos, roteiros nilistas, personagens pragmáticos e ao mesmo tempo dominados por uma excessiva inabilidade de perdoar a si próprio e conviver com a realidade.

Talvez muitas pessoas esperem um novo “À Procura da Felicidade” – como ouvi na saída do cinema -, mas enquanto este prima por mostrar a busca de um homem comum pela realização de um sonho extraordinário, “Sete Vidas” mostra a história também de um homem comum, consumido pela culpa, capaz de abnegar das coisas materiais e de negar sua própria existência – para ele insuportável -, como uma forma de consertar um grande erro. Dizer mais alguma coisa é diminuir a carga emocional do filme e atrapalhar a percepção do espectador. “Sete Vidas” sagra, de uma vez por todas, Smith como um ator excepcional e Muccino como um diretor capaz de tocar em assuntos dolorosos de forma sutil, porém de maneira nada fugaz ou gratuita.

Assistir a Smith (Eu, Robô, Ali, Independency Day) dar vida ao personagem Tim/Ben, é uma experiência. O ator imprime um semblante sempre carregado, pensativo e em conflito, que nos faz tensos o tempo todo. Sua interpretação, aqui, só agrega mais valor a uma carreira versátil e já consagrada. Quem chama a atenção também é Rosario Dawson (Sin City, Alexandre), mostrando uma veia mais dramática, sem apelar para caras e bocas, sex appeal, e investindo em uma interpretação mais simples. Barry Pepper (À Espera de Um Milagre, Resgate do Soldado Ryan), reaparece para o grande público como o melhor amigo do protagonista, onde sua participação faz um sentido absurdo. Um sumido e talentosíssimo Woody Harrelson (O Povo vs. Larry Flint, Onde os Fracos Não Têm Vez), um bom ator subestimado, dá o ar da graça como um pianista cego, e apesar de pouco tempo em cena, nos arranca lágrimas, não dos olhos, mas da alma.

O roteiro do estreante Grant Nieporte é bom, mas poderia ser melhor, principalmente ao desenvolver alguns personagens que são essenciais para o desenrolar da trama. A história traz furos, abusa do melodrama e se apóia totalmente em Smith. Não é nenhuma Brastemp, mas faz gelo direitinho. A fotografia segue as nuances emocionais do personagem principal como uma sombra, assim como a trilha sonora. A edição foi muito bem aplicada, descomplicando a linha de tempo para o espectador. Na direção, Muccino faz o que sabe melhor, aproveita o talento de Smith em toda sua potencialidade e nela baseia todo o ápice da película, em um final de poucas palavras e muita emoção. Mas muita emoção mesmo.

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No clima… Ou não!

Dezembro 26, 2008

Pra não dizer que não falei de flores… Maravilhosa Judy Garland em “Meet me in St. Louis”

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Hã?

Dezembro 22, 2008

“A mulher do meu amigo” é uma comédia de costumes que apela para o clichê – em seu limite máximo – e para atuações pífias dos proagonistas, com exceção para Maria Luísa Mendonça, que tem um ótimo timming para fazer rir.

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Thales (Marcos Palmeira) é um bem sucedido homem de negócios, que durante um final de semana em companhia da mulher Renata (Mariana Ximenes) e do casal de amigos Rui (Otavio Müller) e Pamela (Maria Luisa Mendonça), decide parar de trabalhar. Sua decisão de fim-de-semana afeta o inescrupuloso sogro (impagável por Antonio Fagundes) e o caso extra-conjugal entre sua esposa e seu melhor amigo, o tal do título. Dá-se então uma sucessão de situações ridiculamente filmadas e chatas.

O roteiro do onga é baseado em uma peça do maravilhoso Domingos Oliveira, chamada “Largando o escritório”. “A mulher do meu amigo” é uma comédia de costumes que apela para o clichê – em seu limite máximo – e para atuações pífias dos protagonistas, com exceção para um amoral Antônio Fagundes, no papel de um empresário dos tempos modernos.

Claudio Torres dirige seu segundo filme após “Redentor” (2004) – um longa que primou pela ousadia e pelo tom de denúncia – com ares de passeio, já que “A mulher do meu amigo” faz vergoha até às pornochanchadas brasileiras de outrora. Não há um só lampejo de criativiade, não há piadas, sobram exageros e é tudo tão constrangedor, que até as boas considerações que se possam fazer ao longa, ficam em segundo plano, frente ao mau gosto presente em mais de 1h de fita.

No começo do filme o protagonista Thales diz que “A vida é feita de escolhas”. Chavão ou não, é a mais pura verdade, mas em muitos casos, frente a más opções, é melhor não escolher nenhuma.

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Notícias que me deixam feliz # 2

Dezembro 21, 2008

Novo longa de Stalonne ganha título em português
A Califórnia Filmes será a responsável por lançar “The Expendables” – Os Mercenários – novo filme dirigido e estrelado por Sylvester Stallone. As filmagens ocorrerão por aqui em março (três semanas) e contará a história de um grupo de mercenários que partem em missão para derrubar um ditador da ilha caribenha de Corza, perto de Cuba. No elenco Jet Li (O Reino Proibido), Dolph Lundgren (Soldado Universal) e Jason Statham (Carga Explosiva 3), além de Forest Whitaker (O Último Rei da Escócia), Randy Couture (Cinturão Vermelho) e Robert Knepper (Prison Break, Carga Explosiva 3). Tem atores brasileiros na parada: Rodrigo Santoro, Juliana Paes, Gisele Itié e Cleo Pires blargh!).

Beyoncé agora aposta no suspense
Depois de alguns dramas e comédias em seu currículo de atriz a cantora Beyoncé resolveu ivestir no gênero suspense. Em “Obsessed”, ela interpreta a esposa traída de um homem, que acaba descobrindo que seu casinho é mais louco por ele do que pensava.

Hum… Qualquer semelhança com “Atração Fatal” não é mera coincidência… Quem faz a amante é a Ali Larter (Heroes). Vamos ver se vale aluma coisa!

Connor Cruise ataca de ator sem ajuda do papai
“Sete vidas”, que estréia nesta quinta-feira (25) nos EUA traz no elenco Connor Cruise, de 13 anos, filho adotivo de Tom Cruise e Nicole Kidman. O garoto fará o papel de Will Smith mais novo. Mas o iniciante nas artes dramáticas não ganhou moleza, não. Para ganhar a vaga, Connor passou por testes com o diretor Gabriele Muccino, sem a ajuda ou presença do papai Tom ou do tio Smith. Pois é… Tem que ralar desde pequeno!

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É para surtar ou o quê?

Dezembro 18, 2008

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Crepúsculo. Falta algo…

Dezembro 17, 2008

Confesso que foi com desconfiança que fui à pré-estréia de Crepúsculo (Twilight), na última segunda-feira, aqui em Salvador. Pelo pouco que li a respeito na internet e em revistas, o bichicho do empolgamento não conseguiu me morder. Fiquei mais assustada ainda quando notei que a sala estava com menos da metade de assentos ocupados. É, fiquei tensa, quis até desistir, mas mesmo relutante, assisti tudinho, como uma boa menina.

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E foi exatamente o que eu esperava. O suspense de 120 minutos é uma lenga-lenga sobre o amor proibido entre uma humana e um vampiro, que vivem em perigo constante, devido à existência letal dele. Edward Cullen (Robert Pattinson) é um vampiro a mais de 90 anos e vive com sua estranha “família” em uma cidadezinha chamada Forks, condenado a ser um adolescente por toda a eternidade. Sua família faz parte de um clã que rejeita sua natureza e alimentam-se apenas de animas. Isabella Swan (Kristen Stewart) é uma estudante de 17 anos obrigada a conviver com um pai ausente em um lugar que detesta. Aos se encontrarem na escola local, sentem uma atração imediata e que termina por gerar problemas e desdobramentos que devem levar a uma saga digna de Harry Potter.

Baseado em um best-seller “romance-vampiresco” escrito por Stephenie Meyer, “Crepúsculo”, criado em 2005, já vendeu mais de 25 milhões de exemplares no mundo. No Brasil, já foram publicados os dois primeiros dos quatro volumes da série. As vendas de “Crepúsculo” estão em 100 mil exemplares (3ºlugar na lista de mais vendidos). “Lua Nova”, o segundo livro da saga, está em quarto na lista e já vendeu mais de 120 mil cópias. Em janeiro de 2009 chega às prateleiras 150 mil exemplares de “Eclipse” e, ainda no primeiro semestre, chega “Amanhecer” (“Breaking dawn”), que encerra a série e já vendeu, apenas nos EUA, 1,3 milhão de cópias.

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Aposto, e é nítido, que o longa vai agradar aos teens e deve fazer boa carreira nas telonas. Aliás, deve ser o arrasa-quarteirão da temporada de férias escolares. Como não li o livro, não posso fazer comparações, mas acredito que o roteiro cumpre bem seu papel, estabelecendo as linhas de espaço e tempo de uma forma coerente, embora soe forçado, em muito diálogos entre os protagonistas, coisas como “quero ficar com você” e “só viver comigo não basta?”. A forma como se estabelece a relação do casal, em coisas simples como um beijo ou um abraço e em outras mais perigosas, como a fuda do predador que coloca em risco a vida da heroína.

Crepúsculo não conta com nomes de peso e a grande maioria das atuações são pífias. O ator Robert Pattinson, que viveu Cedrico Diggory em dois filmes da série “Harry Potter” é o protagonista. No livro ele tem um perfil encantador, romântico e sedutor, mas no filme não chega a tanto. Kristen Stewart, que marcou presença em “Na Natureza Selvagem” não tem carisma – coisa que Pattison exala – e traz frieza e apatia ao seu personagem. Acho que o grande motor do longa é o claro dilema existente no clã dos Cullen (obrigados a se adaptar aos anos que passam), que é explorado através da junção do mítico e da modernidade. A forma como é mostrada a dualidade e sentimentos do vampiro Edward é lindo de se ver.

Dirigido por Catherine Hardwicke (Aos 13), o longa fez sua estréia nos EUA na última sexta-feira com. O longa, produzido pelo estúdio independente Summit Entertainment, custou 37 milhões de dólares e ultrapassou os UU$ 150 milhões em apenas quatro semanas. Com os números agradabílissimos das bilheterias,”Lua nova” já recebeu o sinal verde: começa a ser filmada em março de 2009 e deve chegar aos cinemas no dia 20 de novembro do mesmo ano, dessa vez sob a batuta de Chris Weitz (A Bússola de Ouro e American Pie).

Crepúsculo não me convenceu, mas é um bom passatempo e consegue ganhar pontos na fotografia, na trilha sonora e no roteiro. Realmente existem coisas piores por aí, mas vampiro por vampiro, ainda prefiro o Lestat de Anne Rice ou o tradicional Drácula de Gary Oldman, esses sim, sedutores, inteligentes, nórdicos… reais e apaixonantes!

Serviço de Utilidade Púlica: Navegando, achei esse site legalzinho e divertido, com muitas informações sobre a saga de Crepúsculo. Vale a pena!

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Carga Explosiva 3: Podia ser melhor!

Dezembro 17, 2008

“Cada geração tem o herói que merece”. Essa máxima é tão bem aplicada a filmes de ação, que me ocorreu citá-la para falar de Carga Explosiva 3 (Transporter 3), que chegou aos cinemas na última sexta-feira. Enquanto a década de 80 teve personagens marcantes como John McClane (da série Duro de Matar) e Martin Riggs (da série Máquina Mortífera),que exploravam o humor e muitas rajadas de balas, Frank Martin (Jason Statham) é um belo exemplar dos heróis de ação do século XXI: politicamente incorreto e sem nenhuma vocação para ser herói.

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A franquia fecha um caminho de sucesso devendo alguns trocados aos fans. Com um roteiro fraco, embora bem intencionado, e com cenas de ação inferiores aos antecessores, Carga Explosiva 3 coloca o ex-agente das Forças Especiais em um perigoso serviço contra a sua vontade, tendo como pano de fundo uma história de crime ambiental e lixo tóxico envolvendo um ministro Ucraniano, sua filha Valentina e uma grande corporação com objetivos escusos bem definidos. Mas isso é apenas pano de fundo para a porrada rolar solta em 100 minutos de fita. O roteiro de Luc Besson e Robert Mark Kamen não fez bem à direção de Olivier Megaton (O Alerta Vermelho); ou será o contrário?

A galhofa, as gags, o absurdo e o divertido, tão presentes em Carga Exposiva 1 e 2, continuam aqui, ainda que em memor número. Apesar de quase nenhuma tomada realmente interessante, o diretor consegue uma filmagem limpa, clara e muito nítida (palmas para a fotografia). Outro fator contra: com a clara intenção de humanizar o protagonista, arrumaram um par de longas pernas e um bocado de diálogos senimentalóides, num tentativa forçada de criar uma vida de “casalzinho” para Frank. São muitos os momentos que dão vontade de esganá-lo, mas o longa não é chato e continua cool por causa do carisma de Jason Statham. É todo dele o mérito!

Particularmente, gosto da idéia da franquia, como um todo. Carga Explosiva 3 não é nenhuma obra de arte, e não deve ser equiparado aos anteriores. É um filme para entreter e consegue fazer isso, seja pela trilha sonora bacanérrima, seja pela ligação estabelecida entre o personagem de Statham e o inspetor francês Tarconi (François Berléand), seja nos diálogos com o vilão de Jonas Johnson ou pelas loucuras de uma jovem maluca e assustada – seu pacote (Natalya Rudakova).

Os produtores mudaram o diretor, mecheram no perfil do herói e diminuiram o inverossímel – o que mais constrangia e atraía os fans. Merecíamos coisa melhor, mas a triologia consegue encerrar bem. Então, agora é esperar que a franquia Carga Explosiva pare por aqui, enquanto ainda é uma história bacana.

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Já tá enchendo o saco, pô!

Dezembro 15, 2008

Realmente Batman – Cavaleiro das Trevas é um filme espetacular. Igualmente superlativo é a atuação de seus personagens/atores principais, Batman/Bruce Wayne (Christian Bale) e Coringa (Heath ledger), mas convenhamos que já tá enchendo o saco essa coisa de ficar endeusando essa parada.

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Heath Ledger não vai ganhar o Oscar, e se ganhar é por pura “pressão” da audiência em cima da Academia. A recente indicação póstuma para o Globo de Ouro não quer dizer nada, assim como uma indicação à estatueta também não vale um centavo. Acabei de ler que o filme será relançado nos cinemas brasileiros, a partir de 13 de fevereiro, já que a distribuidora quer alcançar a marca de US$ 1 bilhão de faturamento nas bilheterias do mundo todo. Oh…. Claro que essa decisão veio catapultada por esse “frisson” daas premiações e pela atuação dos fans em fóruns, eventos, sites etc.

Não é que eu não goste de Cavaleiro das Trevas. Eu gosto, e muito, considero um dos melhores filmes do ano, já garanti o meu (duplo inclusive e com direito a canequinha), mas convenhamos… Já tá ficando chato, o tempo todo, em qualquer lugar, ler sobre o filme. Isso não é legal, até pq gera “saturação” ou o mais comumente conhecido estado “de saco cheio” nas pessoas. Ou não? Sei que este post é totalmente passional, mas será que tô falando alguma bobagem?