Posts de Junho, 2008

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Agente 86: Cult, charmoso e divertido

Junho 25, 2008

Em mais um filme inspirado em uma série de TV chega às telonas. Após Miami Vice e Sex and the City, é a vez de Agente 86, sitcom de sucesso da década de 60. Com um humor limpo, a história contava s aventuras de Maxwell Smart, uma agente que em meio a investigações, espionagem e muita ação, cometia as maiores trapalhadas, sempre tentando “salvar o mundo”. Com o filme homônimo, que acaba de ser lançado no Brasil, vemos que a fórmula se repete, e muito bem, obrigado!

Steve Carell (O Virgem de 40 Anos) interpreta o Agente 86 ao lado de Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada), a Agente 99. A dupla ganha a missão de enfrentar os terroristas da agência KAOS, após a sede do CONTROLE, agência da qual fazem parte, ser invadida. Em meio a trapalhadas, os dois conseguem acabar com as ações do inimigo e descobrem um agente duplo na organização CONTROLE.

Alvo de piadas e com o sonho de tornar-se um grande espião, o personagem de Carrel não faz idéia do quanto é ridículo, e aí está todo o encanto do filme. Azarado e inexperiente, porém esperto, Max consegue driblar os perigos da missão e até faz com que a mocinha se apaixone por ele. Embora seja destemido e um ótimo estrategista, sua ingenuidade o coloca em diversas “roubadas”, das quais só consegue se libertar graças á ajuda da sua bela parceira.

Parece que o diretor Peter Segal se preocupou em reunir um elenco competente. Além de acertar na química dos protagonistas, as presenças de Alan Arkin (Chefe do Controle), Dwayne “The Rock” Johnson (Agente 23) e Terence Stamp (Siegfried), conseguem tornar algo que já era bom, muito melhor. Cada um, a seu modo, encarna o estereótipo padrão a que estavam destinados. E não dá para esquecer Bill Murray como o Agente 13 e James Caan como Presidente dos EUA.

Agente 86 não é escatológico e nem faz mal uso de referências cinematográficas anteriores, tão comuns a filmes do gênero. Algumas cenas são tão hilárias, que continuamos a rir muito tempo depois de assisti-las. Os destaques ficam por conta da cena de abertura e encerramento do filme, fiel à série original; e à incrível cena de ação do trem, quase no final do longa.

É bom saber que em uma semana de delírios fantasmagóricos de Shyamalan e surtos fashionistas de Carrie Brasdshaw, Agente 86 apresenta-se com um filme leve, divertido, uma comédia de ação em estado puro. E honesta!

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Fim dos Tempos: O que ele quer, afinal?

Junho 22, 2008

Gênio ou louco? Mestre ou cego perdido?  Visonário ou charlatão? O que passa pela cabeça de  M. Night Shyamalan? Incompreendido? Talvez. Crise de criatividade? Duvido. O que eu quero com tantas indagações? Ora, tentar entender o que é “Fim dos Tempos”, novo filme do diretor que chegou ás telas brasileiras no último final de semana.

Inexplicavelmente, pessoas começam a ter comportamentos suicidas estranhos nas grandes metrópoles americanas. Ao que tudo indica, trata-se de uma neurotoxina invisível que passa a se misturar com o ar. Primeiro, em Nova York, depois pequenas cidades como Princeton e Filadélfia. Nada se sabe sobre o porquê das mortes e como se dá a intoxicação.  Quem guia o espectador pela história é o professor de ciências Elliot Moore (Mark Wahlberg) que junto com a esposa e seu amigo, também professor, Julian (John Leguizamo) e sua filha de sete anos, Jess, tentam fugir não se sabe para onde, do que parece a morte iminente.

Como acontece após assistir a qualquer filme de Shyamalam, confesso que fiquei desorientada. É notória a predileção do diretor por histórias não-gratuitas e cheias de reviravoltas. Talvez a ausência de reviravoltas também seja uma de suas novas características. Com ares de drama/suspense/ficção-científica, “Fim dos Tempos” não pode ser incluso em nenhuma categoria. Em entrevista, o diretor descreveu o longa como “Um filme B divertido”.

Criativo ele já provou que é. A forma como as pessoas morrem, o olhar sensível que dá à natureza, como causadora dos estranhos fenômenos, lembra os filmes de Zumbi, os tais filmes B, a que se referiu em entrevista. Outras referências são as presenças e mortes da Sra. Jones  e dos adolescentes Josh e Jake. Entretanto, existem fatos que são imperdoáveis. Não há um só plano decente. Mark Walbergh, um promissor ator, parece um boneco inflável, indo de um lado para outro, perdido e totalmente desconectado com o personagem. Aliás, não entendi o porque de uma crise no casamento do protagonista-herói. As tentativas de fazer graça em alguns momentos é totalmente inapropriada.

Após “O Sexto Sentido”, Shyamalam parece mesmo sofrer com a pressão para fazer outra obra-prima. Seus trabalhos posteriores como “Corpo Fechado”, “Sinais”, “A vila” e “A dama na água” transitaram entre o fracasso e a tolerância. O público quer respostas mais palpáveis, coisa que o diretor parece não querer dar. “Fim dos Tempos” é traz uma leitura subjetiva por demais, que não agrada as audiências. A insatisfação após a projeção vinha de todos os cantos da sala de projeção. Para se fazer um filme de suspense inteligente, as entrelinhas são substanciais, mas não devem ser elevadas a grandes elucubrações.

Histeria, desencontros, dúvidas, descontrole emocional, medo do desconhecido. O que Shyamalam quer é a paranóia! Paranóia para parte do público que não consegue entender nada, e para os outros 50% que o endeusam e enxergam suas últimas obras como cult e transgressoras na forma de se fazer cinema. Eu prefiro aceitar a genialidade e acreditar na capacidade de se re-inventar de todo artista. Não falo de estéticas ou de roteiros, mas de idéias, de ser visionário. Por isso, entretanto, contudo e apesar de tudo, fico com o segundo grupo!

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Sex and The City: Todas as mulheres do mundo

Junho 22, 2008

Afinal, o que as mulheres pensam? O que elas querem, o que desejam, e o mais importante, por que querem o que querem? Baseado nessas conjecturas, o cinema explorou algumas vezes o tema, mas poucos filmes foram capazes, até hoje, de mostrar o universo feminino do que jeito que ele realmente é. “Thelma & Louise”, “Falando de Amor”, “Adoráveis Mulheres”, “Doce Novembro”, “Minha vida sem mim” e o cineasta Almodóvar, em quase todas as suas obras, já tentaram, cada um à sua maneira, transpor para a tela o que vai pela cabeça das mulheres. Mas coube a um seriado, o papel de desbravador do íntimo feminino de uma maneira, digamos, mais livre e cosmopolita.

Em 1998 chegava às telas americanas o seriado Sex and The City ou Sexo e a Cidade. Escrita por dois homens (pois é!) e baseado numa coluna da jornalista Candace Bushnell, teve longa vida até 2004, quando foi ao ar, pela HBO, seu último episódio. Basicamente, o semanal era focado nas relações pessoais e íntimas de quatro amigas em Manhattan – Nova York – a cidade onde tudo acontece, a meca das roupas de grife, das jóias mais desejadas, das mulheres descoladas e dos homens disponíveis. Ou seja, tudo o que supõe-se que uma mulher moderna deseja.

E foi assim que Carrie Bradshaw (Sara Jessica Parker), Samantha Jones (Kim Catrall), Charlotte York (Kristin Davis) e Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) tomaram as mulheres, os homens, os gays e os críticos mais chatos do cinema de assalto.  Desinibidas, fortes, atraentes, inteligentes, charmosas, divertidas e, apesar das idades, emocionalmente frágeis, essas quatro mulheres viviam suas vidas em busca daquilo que toda mulher busca: a sua cara metade.  Da eterna procura pelo amor até à obsessão pelos Manolo Blahniks, Carrie e suas companheiras de “alegrias e tristezas” influenciaram uma geração, registraram, mudaram e ditaram formas de pensar, agir e se vestir da mulher moderna. Comédia de situação? Drama feminino elevado à décima potência? Meio de exarcebar todas as loucuras fashionistas feministas? Não sei, mas a série era uma delícia de assistir e daí o saudosismo que levou à concepção de um filme com a seguinte pergunta: E o que aconteceu depois do “felizes para sempre”?

Sex and The City – O filme, nada mais é do que uma compilação de tudo o que aconteceu em seis temporadas da série, só que com o “plus “do gran finale da protagonista. Era imprescindível que um dia pudéssemos ver Carrie de noiva, casando com o amor de sua vida, e é esse mote que serve de ponto de partida para mais de duas horas de projeção, enquanto situações paralelas se desenvolvem, muitas vezes sem nenhum contexto claro. Apesar de uma certa frivolidade e superficialismo nas entrelinhas, o filme é uma delícia.

Guardadas as devidas proporções, o longa é divertido, visualmente delicioso, fashion e delirante. Impossível não se identificar com alguma história ou mesmo com uma das protagonistas: Carrie a jornalista descolada? Samantha, Relações Públicas, loura fatal e ambiciosa? Charlotte, a morena romântica, tradicionalista e dona-de-casa? Ou a cerebral e prática advogada Miranda? Verdade é que o público se vê às voltas com desilusões amorosas, situações inusitadas, desfiles de moda e diversas frases de efeito, que, às vezes, não fazem nenhum efeito.

Sex and The City mostra que as mulheres, por mais poderosas que pareçam ou realmente o sejam, quando se trata do coração, são as criaturas mais sensíveis e bobas do planeta.  Mostra que os homens, embora sejam extremamente egoístas e imaturos, também podem amar com sinceridade. Prova que ninguém quer ficar sozinho ou sentir-se preso em uma relção,  afinal, o homem não é uma ilha. Mostra que a amizade, apesar de alguns tropeços aqui e ali, são os maiores tesouros de uma pessoa.  Prova disso é que o longa lucrou mais de US$ 55,7 milhões em seus três primeiros dias de exibição nos EUA e continua no caminho das pedras de ouro. Let’s get Carrie away…

Pontos fortes: Os vestidos de noiva usados pela protagonista no ensaio da Vogue; a elegância de Jennifer Hudson como assistente de Carrie; a participação da pequena filha asiática de Charlotte; a trilha sonora impecável (ainda que mal utilizada) e a mascote de Samantha.

Pontos fracos: A imaturidade palpável de Carrie e a anti-simpatia de Mr. Big. Existe ator menos carismático e mais frio que Chris Noth?.

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O melhor amigo da noiva: Crises e comédia

Junho 21, 2008

A sabedoria popular diz que “O ciúme é o tempero do amor”. Verdade ou não, são esses dois ingredientes que dão o tempero da comédia romântica “O melhor amigos da noiva”. Para desfrutar dessa bobagem deliciosa, em primeiro lugar é preciso não fazer comparações e ao mesmo tempo, fazê-las. Isso mesmo!  Afinal é essa contradição que faz o sucesso de um filme de romance que quer se tornar divertido e bem sucedido.

Todos os clichês que fazem o coração das mocinhas bater mais acelerado estão presentes: A meiga e inteligente Hannah (Michelle Monaghan) é a melhor amiga do mulherengo e incrivelmente charmoso Tom (Patrick Dempsey). Apesar da amizade, ela nutre uma paixão secreta pelo rapaz. Após uma viagem de trabalho, ela volta feliz e… Noiva! Isso faz com que Tom “se toque” de que na verdade, a ama e torna-se capaz de tudo para revelar seus sentimentos e re-conquistar a amiga, agora o grande amor de sua vida. Frente a essa realidade “brutal e catastrófica” em seu universo bem particular, o rapaz se vê às voltas com os preparativos do casamento, já que aceitou ser a “madrinha da noiva”. Entretanto, a cada momento bola planos mirabolantes e ridículos, para acabar com a festa.

Apesar de divertida, essa comédia não tem nada de diferente das demais. As mesmas piadas, os mesmos personagens e os mesmo catastróficos e deliciosos clichês. As partes engraçadas caem nos braços das damas de honra de Hannah, dos amigos de Tom e do inconveniente personagem da quadra de basquete; este sim, hilário! Sidney Pollack brilha nas cenas em que aparece como o pai, também mulherengo, de Tom, em meio a digressões sobre mulheres e casamentos, tudo regado a um bom whisky, presente em todo o filme ( o apelo à bebidas é algo realmente pavoroso neste filme)! Palmas também para a presença do fantástico Kevin Mc Kidd (Roma), como Colin.

Apesar dos erros gritantes e do roteiro fraquíssimo, algumas cenas são realmente engraçadas e são delas o mérito do sucesso do filme. Dempsey e Monaghan, apesar de fofinhos, não funcionam. É palpável a falta de química Claro, que não se pode negar o poder de sedução do “Doutor Mc Dreamy”, Dempsey torna com sua presença, “O melhor amigo da noiva” tolerável em muitas partes. Apesar de bobinho, o longa é doce e nada descartável. Prova disso são os US$ 44,660,000 arrecadados em bilheteria. Ciúmes, amor e trapalhadas nunca fizeram tanto sucesso!

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Hulk: Pra quem gosta de pancadaria e testosterona!

Junho 19, 2008

O cientista Robert Bruce Banner busca desesperadamente uma cura para a radiação gama que envenenou suas células e que liberta uma desenfreada força dentro dele: o Incrível Hulk. Ele foi atingido enquanto salvava um adolescente durante o teste militar de uma bomba por ele desenvolvida.  Desde então tem sido condenado a viver com o seu lado mais obscuro. Longe daqueles que ama e fugindo do seu maior inimigo, General Thaddeus “Thunderbolt” Ross, Banner  bate de frente com um novo e feroz adversário: O Abominável.

Um seriado, três filmes para a TV e dois filmes para o cinema depois, o herói verde ainda faz sucesso. Adaptações à parte, a nova versão preza o conflito do personagem central mas investe na ação. Confesso que quando soube que Edward Norton (“O Ilusionista” e “Clube da Luta”) estava envolvido na produção e também faria o papel principal, fiquei tentada a acreditar que algo bom pudesse sair dali. E saiu mesmo! O herói da Marvel, um dos mais populares, ganha testosterona e comédia em sua saga, a partir da direção de Louis Leterrier (“Cão de Briga”, “Carga Explosiva 1 e 2″) e do roteiro de  Zak Penn (“X-Men – O Confronto Final”), remendado por Norton.

Liv Tyler, William Hurt e o competentíssimo Tim Roth completam o elenco principal. Para não perder o hábito, fazem pontas Stan Lee (criador do personagem), Robert Stark (O Homem de Ferro – Robert Downey Jr.) e Lou Ferrigno. Sim, ele mesmo! Agora ele empresta a voz à versão monstro do herói com direito a uma participação relâmpago e hilária!  Falar de Norton é chover no molhado. Um ator completo, versátil e carismático. As cenas de ação e principalmente a luta de Hulk com Abominável é de tirar o fôlego. E não faltam porradas, socos e toda sorte de pancadaria!
 
Na telinha Bruce Banner e seu alter-ego Hulk fizeram sucesso.  O Incrível Hulk foi ao ar na década de 70. Em 1978 foi ao ar a primeira história do homem verde na TV. E lá deveria ter ficado. A série teve 80 episódios de uma hora, e mais três filmes para televisão. Era interpretado com maestria por Bill Bixby e o fisiculturista, personal trainner e Mr. Universo Lou Ferrigno. Acusado de um crime que não cometeu, Dr. Banner é perseguido pelo jornalista Jack McGee e torna-se um foragido da justiça, carregando a maldição de transformar no gigante.

Verdade é que as grandes corporações cinematográficas encontraram nos filmes de heróis oportunidades de ressuscitar e ainda faturar alguns milhões de trocados. Mexer com o imaginário das pessoas sempre rendeu bons frutos “$$”. Com a chegada de efeitos especiais cada vez mais incríveis, obras como Hulk, ganham dimensões assustadoramente visuais.  E por isso, o Hulk de Norton / Leterrier merece créditos. Souberam dosar o fantástico e o real com maestria. Parabéns aos dois e aos telespectadore. Menos um filme subestimado e chato nos cinemas.

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Sexta-feira 13…

Junho 13, 2008

Uma Sexta Feira 13 ou seja, uma Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar. No cinema, a data já serviu de inspiração para diversos longa-metragens. Alguns alcançaram o sucesso, outros, cairam no esquecimento… Em uma pesquisa interna, adivinha quais os filmes de terror mais lembrados pela produção do Itapoan Online?

Sexta-Feira 13 – Todas as Partes
Todos pensaram que o menino Jason morreu quando se afogou no Crystal Lake, em 1957, e voltava para matar nas noites de sexta-feira, mas sua mãe, uma psicopata, trucidou adolescentes em 1979, em busca de vingança. Da década de 80 pra cá vem fazendo suas próprias vítimas. Foi dado como morto várias vezes, só que em 1993 morreu definitivamente. Seu corpo foi congelado em 2010 e reanimado no ano de 2455. Jason Matou 141 pessoas. Pendurou 85 de seus cadáveres em tetos ou árvores. Já levou mais de 100 tiros, foi esfaqueado 26 vezes, levou 5 machadadas, foi atropelado por um trator e um carro, soterrado por um telhado, já foi atingido por vasos, um sofá, alguns pedaços de madeira, duas cadeiras, livros, uma estante, uma televisão…e sobreviveu.  Até hoje!

A hora do pesadelo
Em 1984 chegou às telas A Hora do Pesadelo, que custou apenas dois milhões de dólares a produtora New Line e faturou cerca de 25 milhões. O vilão do filme, Freddy Krueger, rapidamente se tornou um fenômeno mundial, ídolo da juventude, tomando o lugar que antes pertencia a Marlon Brando, James Dean e Paul Newman. Tudo começa quando uma garota e seus amigos tem pesadelos mortais com Freddy. Sua mãe então lhe conta que ele matou algumas crianças, e que os pais fizeram justiça com as próprias mãos queimando-o até a morte. E vocês sabem de onde vem a idéia do filme? O diretor Wes Craven (Pâncio), teve a idéia para o filme num restaurante em 1978, após ler três artigos sobre pessoas que sofriam de insônia e morrem enquanto dormiam. Eu, hein?

Brinquedo Asassino
Esse filme me atormentou quando criança, mas com o passar do tempo, fui gostando dele… Até mesmo rio com ele. Numa noite, um assaltante chamado Charles Lee Ray está fugindo da polícia e acaba se escondendo em uma loja de brinquedos. Localizado por um policial, é alvejado quando tentava fugir. Mas antes de morrer, através de magia negra, ele transfere sua alma para o primeiro brinquedo que encontra em sua frente: um boneco, muito famoso entre as crianças, chamado Chucky. Alguns dias depois, na véspera de Natal, Andy recebe seu presente, algo que ele vinha implorando para sua mãe há muito tempo: um boneco como o apresentado na televisão. Só que Charles Lee Ray, pretende voltar a forma humana usando o corpo do garoto, de apenas seis anos.  É ou não de assustar?

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Os casais mais apaixonados do cinema

Junho 9, 2008

1. Oliver Martin & Emily Friehl: Eles levaram mais ou menos sete anos para finalmente entenderem o quanto eram loucos um pelo outro. “De repente é amor” é bem bonitinho, uma perfeita comédia romântica clichê de Sessão da Tarde.” A dupla se conhece em um voô e a atração é imediata, porém são opostos: Emily é irreverente e gosta de ser levada pela vida. Oliver é pragmático e tem metas bem definidas. Os dois acabam seguindo caminhos opostos, porém, o destino trata de re-aproximá-los,em uma sequência de encontros e desencontros, levando-os a compartilhar incríveis momentos. O filme revela de maneira muito inteligente com a nossa geração absorve as relações, como elas se desenrolam e como “de repente”, identificamos o quanto alguém é especial em nossa vida!

2. Rick Blaine & Ilsa Laszlo: Durante a Segunda Guerra, Casablanca, no Marrocos, é o principal meio de fuga da Europa. É lá que vive Rick, um sujeito cínico que “não arrisca seu pescoço por ninguém”, mas que ajuda fugitivos a partir para a América. Ele dirige o bar mais badalado do lugar, o Casablanca’s, palco do re-encontro com o seu grande amor, Ilsa. Abandonado no passado, ele dificulta a partida da moça em companhia do marido, um herói da resistência. E você? O que faria no lugar dele? Ajudaria a mulher de sua vida a ir embora, uma segunda vez? Casablanca é um filme de amor lindamente fotografado, mas também trata de abnegação e redenção. É a história de um homem e uma mulher capazes do altruísmo em favor de um bem maior. Existe uma forma de amar mais bela?

3. Benjamim Barry & Andie Anderson: Ele é um publicitário charmoso e convencido. Ela é uma jornalista inteligente e sedutora. Ele precisa fazer uma mulher se apaixonar para valer e manter um relacionamento em 10 dias. Ela precisa provar o quanto é fácil se livrar de um homem em 10 dias. Por “acaso”, os dois acabam servindo às experiências um do outro. A doce Andie faz de tudo para infernizar a vida do destemido Ben com Samambais Bebês, Terapia de casal, shows da Celine Dion e uma divertida visita à família dele. Coitadinho… O casalzinho de “Como perder um homem em 10 dias”, mostra de forma bem divertida, o que os homens e mulheres procuram realmente em seus relacionamentos. Apesar das bobagens e das situações esdrúxulas pelas quais passam, eles terminam felizes para sempre sim!

4. Don Juan de Marco & Todas as mulheres do mundo: Sedutor, apaixonante, jovem e muito louco. Assim é Don Juan de Marco, um homem de 21 anos, que se auto-intitula o “melhor amante de todos os tempos”. Ele vai até Nova York para encontrar seu amor perdido, mas, sentindo que não alcançará seu objetivo, tenta se matar. É aí que entra em cena o Dr. Jack Mickler, um psiquiatra em fim de carreira, que se encanta com a história do rapaz. Levado para um manicômio, Don Juan não ajuda no tratamento e é simbolicamente diagnosticado com um “um romantismo irrecuperável e contagioso”. Quando as histórias e o jeito galante do jovem começam a influenciar o médico, é hora de descobrir até que ponto as coisas são verdades… Ou mentiras deliciosas!

 

5. Harry Burns & Sally Albright: Em 1977, ao se formar na Universidade de Chicago, Harry Burns dá uma carona até Nova York a Sally Albright, amiga de sua namorada. Na viagem, eles discutem suas idéias opostas sobre amor e amizade. Cinco anos depois, Harry (agora um assessor político) e Sally (jornalista) encontram-se casualmente num aeroporto, viajam juntos mas tornam a distanciar-se. Depois de outros cinco anos, já desiludidos de seus primeiros romances, os dois voltam a se encontrar em Nova York, e desta vez viram amigos, mas demoram para perceber que estão apaixonados um pelo outro. Harry & Sally – Feitos um para o outro é um clássico cheio de clichês dos filmes românticos. Nunca um casal nos fez rir tanto quanto eles. É aquela velha história: Sempre te vi, sempre te amei… Mas era muito estúpido e não percebia! Fica comigo? Ai. ai…

6. Savannah,Bernardine, Robin & Gloria: Se você está sozinho, o Dia dos Namorados pode ser uma tortura. Mas nada de ficar em casa, se lamentando pelos cantos. Tem que ir à luta, menina! É o que fizeram as personagem de “Falando de Amor”. Savannah, Bernardine, Robin e Gloria estão em busca do amor verdadeiro e apesar das decepções, decidem ir em frente. Savannah e Robin são bem sucedidas em suas carreiras, mas suas vidas amorosas são um fracasso. Bernardine foi trocada por outra mulher e a divorciada Gloria passa a se interessar pelo novo vizinho. As quatro passam pelas mais variadas situações, mas não se rendem a relacionamentos “meia-boca”. Elas passam todo O filme correndo atrás de romance, e acabam aprendendo que a amizade é a coisa mais importante de suas vidas.

7. Casamento Grego: A não mais tão jovem Toula Portokalos é quase uma balzaquiana. De família Grega, ela trabalha no restaurante da sua família enquanto sonha em ser mais bonita e conquistar sua independência financeira. O sonho de seus pais, entretanto, é vê-la casada com um legítimo grego e seguindo as tradições. Com a ajuda da mãe e da tia, Toula consegue ter aulas de informática, como uma forma de conseguir seus objetivos na vida. É aí que ela conhece e se apaixona pelo bonitão Ian Miller, sendo correspondida. Porém, Ian é inglês e por causa disso eles decidem manter seu namoro em segredo. Mas logo eles são descobertos, desencadeando um processo de aceitação para Ian, para que ele possa se adequar às tradições gregas.

8. Mr.Darcy & Elizabeth Bennet: Orgulhosos, preconceituosos e teimosos. Os dois protagonistas deste romance de época são esterótipos do casal “gato e rato”. Enquanto ele é esnobe e pouco social, ela é auto-suficiente, tem uma mente livre e foge dos padrões impostos. No começo a personalidade de ambos se chocam, mas aos poucos percebem o quanto são parecidos. O sentimento inicial de antipatia, dá espaço ao amor plantado aos poucos, entre discussões e encontros não programados. Enquanto tem que lidar com uma rival mais rica, Elizabeth também põe em cheque seus valores frente à uma sociedade rígida e condenatória. Para rechear o bolo, ainda tem as tramas paralelas, todas tendo o amor como pano de fundo. Para o bem ou para o mal…

9. Christine & Arnie: Essa é uma daquelas histórias que tem tudo para dar errado. E dá mesmo! Possessivo, obsessivo, doente e extremamente anormal. Assim pode ser definido o relacionamento de Christine e Arnie Cunningham. Antes de conhecê-la, Arnie era apenas mais um nerd feioso de Pittsburgh. A mudança que aconteceu com o rapaz de 17 após conhecê-la, mudou a vida de todos na pequena cidadedizinha. Ninguém imaginaria uma relação mais doentia do que a de um garoto e um carro. Mas não um carro qualquer. Christine – um Playmouth Fury de 1958, vermelho e branco – nasceu em Detroit, numa linha de montagem de automóveis. No interior do seu chassi esconde-se o próprio diabo. Christine, tem um insaciável desejo de vingança, capaz de gelar o sangue a qualquer um capaz de estragar seu apego inseparável ao dono apaixonado

10. Henry Roth & Lucy Whitmore: Henry é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore, que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado. O problema é que para isso, o nosso herói tem que conquistar a confiança do pai superprotetor e do irmão cabeça-de-vento de Lucy.